sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Correr risco!!!


Rir é correr o risco
de parecer tolo.

Chorar é correr o risco
de parecer
sentimental.
Estender a mão é correr o risco
de
se envolver.
Expor os sentimentos é correr o risco
de mostrar o verdadeiro eu.
Defender sonhos e idéias diante da
multidão é correr o risco
de
perder as pessoas.
Amar é correr o risco
de não ser
correspondido.
Viver é correr o risco
de morrer.

Confiar é correr o risco
de se
decepcionar.
Tentar é correr o risco
de fracassar.


Mas os riscos devem ser corridos.
Porque o maior perigo é não
arriscar nada.

Há pessoas que não correm
nenhum risco,
não fazem nada.
Elas podem até evitar sofrimentos
e desilusões,
mas não conseguem nada,
não mudam, não crescem, não
amam, não vivem.

Acorrentadas pelas suas atitudes, elas
viram escravas,
perdem sua liberdade.
Somente a pessoa que corre riscos é
livre!

Barraquinha do Diabo

Por: Fernando C.N. Vieira

Todo mês de agosto é a mesma coisa inicia-se a festa na cidade em prol de Nossa Senhora do Pilar, a cidade acorda, barracas são erguidas, missas com várias horas de duração, igreja saturada e o povo na rua. Há algo em nossa cidade, a cidade das barraquinhas.
A festa se inicia após a cerimônia, aproximadamente 21h:30min e vara-se até a meia-noite. E todo mundo vai embora feliz da vida. Mas antes do boa noite final e inicial, podemos notar algumas coisas. A capela fica cheia, a maioria é composta por idosos e pessoas “velhas” (adultos), público, perdão, “fiéis” adolescentes são raros, dá pra contar nos dedos, há crianças, até que muitas, essas que vão obrigadas pelos pais. Missa com um padre já é dolorosa, com todo respeito, e nessa época, novena, eles chegam aos montes; dois ou três celebram o rito católico tornando os cultos péssimos, enjoados e o pior fazem até quem está com insônia dormir.
O futuro da fé (jovens) não participam do culto, os adolescentes estão na maioria em frente à paróquia na praça esperando o “show” após a missa e que essa se exploda para começar logo o espetáculo, “Hoje eu quero é beijar na boca; no mínimo.”
O comércio rola solto, dinheiro é tudo! Pra onde ele vai após o fim da festa só Deus sabe, mas pra Ele não vai não.
Fim da festa, dever cumprido, jovens já consumiram, velhos rezaram (medo de morrer? Será?), verbinha na mão. Acabou!
E a santa? Ah santa, agente faz uma procissão com ela. Já é o suficiente.

Internetês, Essa linguagem oferece algum perigo?

Por: Fernando C.N. Vieira

A linguagem usada na internet, “Internetês”, iniciou-se para economizar tempo e espaço em torpedos de celulares e em pequenos recados, pelo papel mesmo. Essa linguagem ainda é recente e começou a aparecer principalmente em programas de conversação como MSN.
A questão é, pode o Internetês influenciar no aprendizado e na comunicação entre as pessoas?
Essa linguagem não oferece nenhum perigo, do ponto de vista lingüístico, entretanto há riscos que o Internetês pode provocar na Língua Portuguesa padrão. O perigo encontra-se no uso dessa linguagem como única opção de elocução, como único recurso escrito alternativo. É necessário saber como, com quem e em qual ocasião utilizá-lo. Não se pode levar esses vícios para toda a comunicação.
O Internetês surge devido à necessidade de conversar em grande velocidade. O Internetês é uma realidade criativa e “inofensiva”, quanto ao aspecto oral da linguagem. Este nem chega a ser considerado como escrita, pois nada mais é que uma representação da língua falada. Essa representação surge da carência do domínio da língua portuguesa.
Essa linguagem está em evolução a cada dia e aumentam-se os usuários. Há um interesse econômico que pode facilitar sua expansão. Sua invasão já ocorre em um canal de TV paga. O canal Telecine exibe as terças um filme destinado ao público adolescente (Cyber Movie) com legendas em internetês, ou seja, sua invasão está diretamente relacionada com o investimento financeiro, o quanto esse fenômeno vai lucrar.
Pode o Internetês ser um modismo? Ou é o início de uma evolução da nossa língua?