Bom galera, o texto que estaria aqui hoje, talvez causaria um grande impacto e consequentemente com reaçoes catastroficas, podendo gerar brigas e alguns desentendimentos, resumindo, causaria consequencias irreversíveis. Creio que em um momento de raiva ou ate mesmo loucura, se é que posso dizer assim, estava escrevendo um texto no qual eu mesmo nao tinha nenhuma credibilidade para usar determinadas palavras de forma arrogante, incompetente e sem se quer medir o peso das palavras. Estava usando argumentos que poderiam ser mal interpretados e levados para o lado pessoal daqueles que iriam ler. Hoje vejo que seria um ato de total falta de responsabilidade e despreparo de minha parte contra meus amigos. As vezes penso que sou o que uma grande amiga diz "Bobo", porem refletindo agora, penso que sou uma pessoa que preservo a amizade de forma indiscutivel entre nossa turma, pois apesar de tudo são varios anos ali, juntos, rindo, brincando e acima de tudo um ajudando o outro a superar algo que parece ser insuperavel. Portanto peço desculpas a aqueles que de alguma forma coloquei medo ou apreensão em alguns comentarios sobre o que seria meu texto e aproveito para reafirmar o compromisso de que a amizade dessa galera, jamais ira se destruir por qualquer fato que seje, e nada ira abalar essa estrutura construida sobre solidas bases de companheirismo, afeto e respeito, pois a força da nossa amizade vence todas as diferenças, aliás, para que diferenças se somos amigos?Quando erramos... nos perdoamos e esquecemos Se temos defeitos... não nos importamos...Trocamos segredos... e respeitamos as divergências...Nas horas incertas, sempre chegamos no momento certo...Nos amparamos...nos defendemos...sem pedir...fazemos porque nos sentimos felizes em fazer...Nos reverenciamos... adoramos... idolatramos... apreciamos... admiramos. Nos mostramos amigos de verdade, quando dizemos o que temos a dizer...Nos aceitamos , sem querer mudanças...Estamos sempre presente,não só nos momentos de alegria, compartilhando prazeres, mas principalmente nos momentos mais difíceis... compartilhando tristezas
WANDER H. VIEIRA
segunda-feira, 23 de junho de 2008
CANSEI...
- de agradar as pessoas e me desagradar;
- de sustentar em mim um sentimento que nunca existiu;
- de falar coisas que as pessoas querem ouvir;
- de ficar calada vendo o errado;
- de fingir que estou feliz com sua atitude;
- de deixar os momentos da minha vida escapar;
- de prestar atenção em quem não merece;
- de te idolatrar;
- de achar que vc é unica pessoa que pode me fazer feliz;
- de não dar valor a quem REALMENTE merece;
- de acreditar nas coisas que vc me fala ;
- de fingir que estou bem;
- de aceitar as pessoas debochando de mim;
- de não chorar;
- de corre atras de pessoas que não vale a pena;
- de ter vergonha;
- de ver as pessoas que eu amo indo embora e não ter ação para despedir;
- de deixar as oportunidades passarem e não correr atras de novas..
Júlia promete mudanças, ou pelo menos irá tentar. Sabe que todas elas irão lhe fazer muito bem.
E também que pra quem sabe ler, um pingo é letra!
Falsidade Ideológica
Por: Fernando C.N.Vieira
Vocês devem estar se perguntando como posso escrever sobre um assunto de tamanha gravidade, aqui em um “lugar” destinado a textos amigos de uma família.
O fato é que, uma família é caracterizada por suas alegrias, tristezas, convivência harmoniosa e “transparência” de seus integrantes. Essa “transparência” é que a cada dia vai tornando-se turva e conseqüentemente a amizade enfraquecida e perdendo o verdadeiro sentido da palavra.
Falsidade ideológica é um tipo de fraude criminosa que consiste na adulteração de documento, público ou particular, com fito de obter vantagem, para si ou para outrem ou mesmo para prejudicar um terceiro. Tão “criminoso” quanto essa definição é fingir ser quem você não é, prejudicar os outros, utilizar este como peça de xadrez para ao final dar o xeque deixando-os estarrecidos e desnorteados, sem compreender o que ocorreu, mas que ao final percebem que foram cúmplices da ação. E este sujeito da ação “rouba” dos demais o que mais lhes significava no momento.
Veja bem! Ora? Essa não é a definição de ideologia falsa? Acho que sim.
Passe a ser “transparente”, tenha sua própria personalidade, tente ser sincero, procure a sua felicidade sem obstruir as dos demais. Não siga Plauto e suas palavras: “Prefiro até ser elogiado falsamente a ser criticado sinceramente”. Entretanto concordo com o famoso e formidável William Shakespeare: “Que formosa aparência tem a falsidade".
Vocês devem estar se perguntando como posso escrever sobre um assunto de tamanha gravidade, aqui em um “lugar” destinado a textos amigos de uma família.
O fato é que, uma família é caracterizada por suas alegrias, tristezas, convivência harmoniosa e “transparência” de seus integrantes. Essa “transparência” é que a cada dia vai tornando-se turva e conseqüentemente a amizade enfraquecida e perdendo o verdadeiro sentido da palavra.
Falsidade ideológica é um tipo de fraude criminosa que consiste na adulteração de documento, público ou particular, com fito de obter vantagem, para si ou para outrem ou mesmo para prejudicar um terceiro. Tão “criminoso” quanto essa definição é fingir ser quem você não é, prejudicar os outros, utilizar este como peça de xadrez para ao final dar o xeque deixando-os estarrecidos e desnorteados, sem compreender o que ocorreu, mas que ao final percebem que foram cúmplices da ação. E este sujeito da ação “rouba” dos demais o que mais lhes significava no momento.
Veja bem! Ora? Essa não é a definição de ideologia falsa? Acho que sim.
Passe a ser “transparente”, tenha sua própria personalidade, tente ser sincero, procure a sua felicidade sem obstruir as dos demais. Não siga Plauto e suas palavras: “Prefiro até ser elogiado falsamente a ser criticado sinceramente”. Entretanto concordo com o famoso e formidável William Shakespeare: “Que formosa aparência tem a falsidade".
Encantos de uma música
Por: Fernando C.N. Vieira
Devidamente cansado de não fazer nada em minha casa na roça, fui até o meu quarto peguei meu violão, voltei até a cozinha comi de seis a sete pães de queijo que minha esposa Maria Èden da Conceição fez e então comecei a compor uma canção.
Tempo ia a fim de se estender na minha concepção, mas na realidade logo a noite caíra; já eram oitos horas quando terminei minha cantiga. Era uma canção linda que patenteava o amor de perdição entre uma parelha.
Peguei meu violão e passei a letra da ária para suas cordas. Não demorou, pois me entender com meu quinhoeiro era muito fácil.
Comecei a cantar, o ritmo ficou ótimo foi um grande sucesso para mim, enquanto cantava vi algo se mexer, para meu espanto era uma aranha, peguei um pedaço de pau para matá-la, mas já era tarde, pois ela já havia fugido, correu para trás de uma fresta na parede. Fique uma hora ali, parado, em frente à fresta, esperando que a danada saísse, tinha que matá-la, pois ela é enorme e podia nos picar.
Já que não saía deixei pra lá, não contei nada a minha mulher para não criar pânico, passaram-se dias não a vi nem ouvi falar.
Um dia peguei meu violão e fui tocar minha canção, enquanto tocava ela apareceu, me levantei rapidamente más não adiantou, novamente foi para trás da fresta, continuei a cantar e ela saiu de trás da fresta, desta vez não parei de cantarolar, fiquei ali quieto a observando. Ela mal se mexia, foi quando percebi que a aranha era encantada com minha música, assim que eu parava de tocar ela se escondia.
Para mim era tudo muito curioso, mas deixei pra lá, todos os dias ia cantar e ela sempre como uma mera espectadora, quieta, alucinada. Não me dava conta, más aquela aranha já era minha amiga, eu já a dava até o que de comer (insetos).
Meu primo Bernardo Sâmeres veio passar uns dias conosco, ele também tocava violão então fomos até a cozinha, queria ver a sua cara, quando notasse minha amiga apreciando a ária. Começamos a cantar e ela apareceu, num pulo sem dó meu primo Bernardo a esmagou dizendo:
-Viu o tamanho? Mas eu acabei com ela!
Fiquei atônito com o alvoroço, meu coração acelerou de repente, fiquei tremá-lo, meu olho esquerdo deixou uma lágrima cair, não consegui disser nada, nem um não...
Assim ela se foi e levou consigo meu violão.
Devidamente cansado de não fazer nada em minha casa na roça, fui até o meu quarto peguei meu violão, voltei até a cozinha comi de seis a sete pães de queijo que minha esposa Maria Èden da Conceição fez e então comecei a compor uma canção.
Tempo ia a fim de se estender na minha concepção, mas na realidade logo a noite caíra; já eram oitos horas quando terminei minha cantiga. Era uma canção linda que patenteava o amor de perdição entre uma parelha.
Peguei meu violão e passei a letra da ária para suas cordas. Não demorou, pois me entender com meu quinhoeiro era muito fácil.
Comecei a cantar, o ritmo ficou ótimo foi um grande sucesso para mim, enquanto cantava vi algo se mexer, para meu espanto era uma aranha, peguei um pedaço de pau para matá-la, mas já era tarde, pois ela já havia fugido, correu para trás de uma fresta na parede. Fique uma hora ali, parado, em frente à fresta, esperando que a danada saísse, tinha que matá-la, pois ela é enorme e podia nos picar.
Já que não saía deixei pra lá, não contei nada a minha mulher para não criar pânico, passaram-se dias não a vi nem ouvi falar.
Um dia peguei meu violão e fui tocar minha canção, enquanto tocava ela apareceu, me levantei rapidamente más não adiantou, novamente foi para trás da fresta, continuei a cantar e ela saiu de trás da fresta, desta vez não parei de cantarolar, fiquei ali quieto a observando. Ela mal se mexia, foi quando percebi que a aranha era encantada com minha música, assim que eu parava de tocar ela se escondia.
Para mim era tudo muito curioso, mas deixei pra lá, todos os dias ia cantar e ela sempre como uma mera espectadora, quieta, alucinada. Não me dava conta, más aquela aranha já era minha amiga, eu já a dava até o que de comer (insetos).
Meu primo Bernardo Sâmeres veio passar uns dias conosco, ele também tocava violão então fomos até a cozinha, queria ver a sua cara, quando notasse minha amiga apreciando a ária. Começamos a cantar e ela apareceu, num pulo sem dó meu primo Bernardo a esmagou dizendo:
-Viu o tamanho? Mas eu acabei com ela!
Fiquei atônito com o alvoroço, meu coração acelerou de repente, fiquei tremá-lo, meu olho esquerdo deixou uma lágrima cair, não consegui disser nada, nem um não...
Assim ela se foi e levou consigo meu violão.
Assinar:
Comentários (Atom)