No final de semana, do dia 07 ao dia 09 ocorreu em Betim o JEP, Jogos Estudantis do Promove. O promove é filiado com a minha escola, que participou de várias modalidades e eu participei da modalidade de vôlei. Nunca fui apaixonada, mas agora eu sou!
Chegamos a Betim no dia 07, a noite, meu coração batia na boca, a ansiedade era muito grande. O alojamento foi em uma escola de Betim, MARRIAM.
Enfim chegou meu primeiro jogo. Jogamos contra uma escola de Machado, que por sinal as meninas ficaram minhas amigas. Vencemos o jogo, 2X0, foi um jogo bom. O segundo jogo foi contra uma escola de Congonhas o CET, esse time era forte, o saque delas era preocupante e eu fiquei apavorada. O primeiro set elas venceram, eu via a medalha de ouro indo embora, mas continuei com garra, a jogar. O segundo set, nós vencemos. Precisávamos ganhar de 2X0 ou 2X1 ou então perder de 2X1 para sermos campeãs. O ultimo set foi de arrepiar, meu coração parecia uma bomba, minhas mãos tremiam, só pedia para as minhas companheiras calma e atenção. Depois de muito suor, depois de duas vezes ir a dois, eis que o ponto do jogo estava literalmente em jogo. Por incrível que pareça elas nos deram o ponto da vitória, sacaram para fora e então pude gritar aquilo que muito tempo estava querendo gritar: É CAMPEÃO!!!
Eu mal sabia o que me esperava.
Partimos então para a premiação, medalhas, fotos, abraços e o troféu que foi entregue para mim, que sou a capitã. Estava muito alegre, mas fui abatida por uma série de espirros que me irritou muito e eu sabia que algo estava acontecendo. Meus olhos foram inchando, minha garganta foi irritando e fui ficando vermelha desesperada. Minha cara virou uma bola, meu olho não era visto,estava parecendo um mostro, estava com medo da minha garganta fechar. Minha professora me encaminhou para a enfermaria e lá me deram um remédio e nada de melhorar então fui para o hospital.
Chegando lá, mediram minha pressão, batimento cardíaco, parecia que estava morrendo. Colocaram-me no soro, toda hora ia alguém lá ver se eu estava bem e então chegaram com uma injeção e aplicaram no soro. Esse remédio me deixou paralisada, completamente grogue. Fiquei no hospital um bom tempo até que ganhei alta e fui embora, andando com dificuldade. Cheguei ao dormitório e, não me lembro o que fiz, alguns falam que comi pizza e bebi refri, não lembro de nada disso, estava completamente grogue. Foi uma sensação horrível!
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Júlia está bem. Ainda não lembra de muita coisa, ela queria ter participado da festa lá em Betim, mas infelizmente estava no quarto dopada. Está muito feliz por ter conseguido conquistar o primeiro lugar no JEP, vôlei. Mas às vezes a vitória tem mesmo gostinho de hospital.... Saudades do JEP.
Chegamos a Betim no dia 07, a noite, meu coração batia na boca, a ansiedade era muito grande. O alojamento foi em uma escola de Betim, MARRIAM.
Enfim chegou meu primeiro jogo. Jogamos contra uma escola de Machado, que por sinal as meninas ficaram minhas amigas. Vencemos o jogo, 2X0, foi um jogo bom. O segundo jogo foi contra uma escola de Congonhas o CET, esse time era forte, o saque delas era preocupante e eu fiquei apavorada. O primeiro set elas venceram, eu via a medalha de ouro indo embora, mas continuei com garra, a jogar. O segundo set, nós vencemos. Precisávamos ganhar de 2X0 ou 2X1 ou então perder de 2X1 para sermos campeãs. O ultimo set foi de arrepiar, meu coração parecia uma bomba, minhas mãos tremiam, só pedia para as minhas companheiras calma e atenção. Depois de muito suor, depois de duas vezes ir a dois, eis que o ponto do jogo estava literalmente em jogo. Por incrível que pareça elas nos deram o ponto da vitória, sacaram para fora e então pude gritar aquilo que muito tempo estava querendo gritar: É CAMPEÃO!!!
Eu mal sabia o que me esperava.
Partimos então para a premiação, medalhas, fotos, abraços e o troféu que foi entregue para mim, que sou a capitã. Estava muito alegre, mas fui abatida por uma série de espirros que me irritou muito e eu sabia que algo estava acontecendo. Meus olhos foram inchando, minha garganta foi irritando e fui ficando vermelha desesperada. Minha cara virou uma bola, meu olho não era visto,estava parecendo um mostro, estava com medo da minha garganta fechar. Minha professora me encaminhou para a enfermaria e lá me deram um remédio e nada de melhorar então fui para o hospital.
Chegando lá, mediram minha pressão, batimento cardíaco, parecia que estava morrendo. Colocaram-me no soro, toda hora ia alguém lá ver se eu estava bem e então chegaram com uma injeção e aplicaram no soro. Esse remédio me deixou paralisada, completamente grogue. Fiquei no hospital um bom tempo até que ganhei alta e fui embora, andando com dificuldade. Cheguei ao dormitório e, não me lembro o que fiz, alguns falam que comi pizza e bebi refri, não lembro de nada disso, estava completamente grogue. Foi uma sensação horrível!
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Júlia está bem. Ainda não lembra de muita coisa, ela queria ter participado da festa lá em Betim, mas infelizmente estava no quarto dopada. Está muito feliz por ter conseguido conquistar o primeiro lugar no JEP, vôlei. Mas às vezes a vitória tem mesmo gostinho de hospital.... Saudades do JEP.